Deixo que o vento penetre em meus dedos, ora fecho-os, ora os abro.
Em alguns momentos penso que posso segurá-lo, nos momentos em que minha mão forma uma concha. Sinto que vou contra as leis naturais, e por isso impulsivamente fecho minha mão em um punho.
Vento, por que não paira em minha palma e que me permite mais do que um rasgar do ar, ou um zumbido por natureza? Por que não faz mais do que gelar meu corpo e fazer fluir meus pensamentos? Ah Vento, como é bom você fazer fluir meus pensamentos, pois embora lá fora não vente há uma brisa forte aqui.
Vento, leve tudo que eu estou pensando agora para bem longe! Se quiser leve minha cabeça, ou me leve por inteiro, desde que me afaste de tudo. Eu gosto dessa banalidade diária, mas gosto ainda mais de você.
domingo, 21 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Gostos
Eu gosto tanto do seu sorrisos...é tranquilo e pacificador. Mas gosto menos deles que de seus olhos; Seus olhos me dizem tudo aquilo que você não me diz.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Escrever é um novo jeito de se apaixonar.
Seja por suas fantasias, pelo real, irreal, pelo sobrenatural, por aquele vestido de ontem, por idéias, idiossincrasias, por você, pelo seu melhor amigo.
Apaixonar-se por outras escritas, por um outro mundo, pelo desconhecido.
Escrever te faz homem, mulher, bicho, comida, inanimado ou nada, ou tudo. Te torna locutor, e faz conhecer virtudes. Aliais, escrever é se colocar em um papel; Envolve sentimentos, desejos, vaidades. Muta-te do útil ao inútil, imortal ao mortal; É santidade - em termos- é pecar com palavras.
Já ler, é como desvendar os outros, e não a si mesmo; Gera inveja, nos pega desprevinidos, nos inspira com linhas recheadas, seja com amor, amizade, ou qualquer coisa como uma ira desconexa.
Ler é uma invasão, no interior das outras pessoas. Assemelha-se a ouvir únicas batidas de um coração descompassado. É criticar, elogiar ou permanecer-se indiferente.
Escrever é conveniente; Ler é outra história, é descobrir insanidades alheias.
Apaixonar-se por outras escritas, por um outro mundo, pelo desconhecido.
Escrever te faz homem, mulher, bicho, comida, inanimado ou nada, ou tudo. Te torna locutor, e faz conhecer virtudes. Aliais, escrever é se colocar em um papel; Envolve sentimentos, desejos, vaidades. Muta-te do útil ao inútil, imortal ao mortal; É santidade - em termos- é pecar com palavras.
Já ler, é como desvendar os outros, e não a si mesmo; Gera inveja, nos pega desprevinidos, nos inspira com linhas recheadas, seja com amor, amizade, ou qualquer coisa como uma ira desconexa.
Ler é uma invasão, no interior das outras pessoas. Assemelha-se a ouvir únicas batidas de um coração descompassado. É criticar, elogiar ou permanecer-se indiferente.
Escrever é conveniente; Ler é outra história, é descobrir insanidades alheias.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
consiência
O medo de morrer nunca foi algo absoluto. Na realidade, acredito que quase ninguém tema a morte. A morte é passageira, existem apenas os sentidos colaterais "pré/pós morte"- como morreremos, o que sentiremos, se se lembraram de nós, a dor que talvez causemos... -a morte só não é passageira quando figurada,mas ignoremos essa figura.
A morte é superficial, pois a todo momento estaremos vivos.
A morte apenas existe.
A morte é superficial, pois a todo momento estaremos vivos.
A morte apenas existe.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
possibilidades
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